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terça-feira, 16 de junho de 2015

Qual é o momento certo para aprender outro idioma?

Oi pessoal!

Sempre quando o assunto é a educação dos filhos surgem muitas dúvidas, como: Será que o momento? Será que irá conseguir? E se atrapalhar? São diversas questões que confundem os pais, um dos assuntos que ultimamente estão discutindo é qual a idade apropriada para começar a estudar outro idioma. Pensando nisso o post de hoje baseado em pesquisas, irá tirar essas dúvidas e explicar melhor o que fazer. Acompanhe!

Quando a decisão a ser tomada se refere a nós mesmos, parece ser mais fácil, pois cada um conhece seus potenciais e desejos. Porém quando o que está em jogo é futuro dos filhos a decisão sempre pede uma reflexão mais apurada e uma observação mais precisa. É necessário não só entender o que os fazem felizes, mas também conhecer a fase certa de iniciar uma atividade para que ela seja aproveitada intensamente.

O mercado de trabalho pede um profissional competente, mas que acima de tudo tenha uma visão ampla de sua área e conhecimento básico de idiomas. Vivemos em uma época globalizada onde o fluxo de culturas é muito grande. Saber falar, ler, escrever ou no mínimo entender um pouco de inglês e espanhol é importante para a vida social, mas acima de tudo fundamental para o mercado de trabalho.

De acordo com alguns estudos, as crianças podem começar a aprender outros idiomas desde pequenas, mas essa aprendizagem deve estar sempre associada a vivência, ao cotidiano dessa criança. A linguagem propriamente da criança é construída a partir do nascimento, mas a linguagem de outros idiomas que não fazem parte da cultura que ela vive no dia a dia tem que ser acompanhada com uma vivência, com a prática, porque toda linguagem pressupõem uma experiência, o que a gente chama de vivência prática e significativa para a criança. Existem estudos que mostram que é possível introduzir outro idioma na criança a partir do momento que surge a linguagem oral, mas isso deve ser feito de uma maneira cuidadosa para não confundir os pequenos, com relação a linguagem, numa etapa evolutiva muito precoce.

Outro aspecto muito importante na hora de introduzir um novo idioma em uma idade precoce é a participação da família. Ou seja, é preciso que os pais ou responsáveis tenham o hábito da prática desse novo idioma em casa para ajudar a criança a entender melhor o significado do idioma. Se o ambiente em que a criança convive não tem o uso do código linguístico do outro idioma a criança pode ficar confusa com relação às palavras. A linguagem começa com os pais nomeando as ações “caiu”, “bateu”, a criança vê a ação e ouve o que aconteceu, isso significa que ela vivenciou o acontecimento. Ela viu, ouviu e entendeu a ação. Com o tempo, ela vai associando ações com palavras, e a linguagem oral vai ganhando significado no contexto geral, isso significa vivencia prática. Se a família usa outros códigos linguísticos, a criança começa a perceber que existem outros nomes para a mesma ação.

A criança só vai conseguir distinguir sozinha as diferenças de linguagem por volta dos 7 anos. É por isso que a alfabetização também começa nessa idade. Então, se a família não tem a vivência prática de outro idioma o ideal é que a criança comece a aprender outras línguas nessa faixa etária.

Como identificar se o filho não está pronto para outro idioma?

Os pais devem ter em mente que também existem as diferenças de aprendizado que variam de criança para criança, o “estar pronto” está associado por diversos fatores, como a estimulação do meio que ela vive e o desejo dela em interagir com esses estímulos. Não se pode negar também que a criança tenha desejos. Ou seja, ela pode não gostar de determinado idioma. É um conjunto de fatores que vão determinar um maior grau de facilidade ou não de aprendizagem. Antes dos 6 ou 7 anos é mais difícil de reconhecer se a criança está aprendendo ou não, ela ainda é muito precoce e quer brincar com as letras, quanto menor a criança menos recursos a gente tem para identificar esse desejo.

Dica para os pais

A cobrança e a ansiedade dos pais podem atrapalhar o processo. É preciso respeitar as habilidades das crianças. Se a criança não gostar não adianta. Ela não vai ser feliz, não vai exercer as tarefas, vai ficar de mau-humor, não vai participar. Quando essa criança estiver em outra faixa etária com maior maturidade vai poder decidir o que realmente quer fazer.

A observação e o acompanhamento na fase de aprendizagem é o principal termômetro que os pais e responsáveis têm para medir o desejo e habilidade dos filhos. Cada criança tem um motivo, tem uma motivação, tem um tempo, um sentimento e suas próprias vontades que devem ser respeitadas. Só assim, ela terá prazer em aprender, não só na infância, mas também na fase adulta.

Espero que tenham gostado.

beijinhos*

quinta-feira, 26 de março de 2015

O que uma criança de 4 anos precisa saber?

Oi pessoal!

Antes de trazer os conteúdos para o blog, faço pesquisas e busco assuntos que vivencio diariamente, questionamos diversos assuntos com o grupo docente e um tema que indagamos foi o que é necessário uma criança de 4 anos saber? O blog “Up to lisbon kids” abordou esse assunto e mostrou o que de fato é importante uma criança de 4 anos saber. Acompanhe o post e veja.

O blog mencionado relatou uma situação bem comum, onde em uma confraternização na escola do dia das mães, essas reuniões é um encontro de famílias, veja a conversa:

“A minha filha de 4 anos sabe o alfabeto completo, soletra 10 palavras, e sabe fazer contagem decrescente desde o 100. Anda de bicicleta, monociclo e faz surf. Mas claro, o surf é só nos dias que não vai para o Ballet, porque a dança é mesmo a sua paixão desde os 2 anos… E a sua filha, o que é que faz?”
“A minha filha brinca!”
O que podemos constatar nessa conversa? Qual criança aproveita realmente sua infância?
Os pais geralmente ocupam o dia de seus filhos com muitas tarefas, com o propósito de se tornarem adultos de sucesso, afinal dessa forma irão possuir diversas habilidades e competências. Não é bem assim, onde fica o tempo para brincar?
Claro que é importante estimular a criança a prática de exercício físico, a fazer atividades diferencias e paralelas da escola, porém ela precisa realmente gostar de realizar a tarefa que é sugerida pelos pais, não deve ser algo obrigatório, mas um prazer. Outro ponto importante é a relação dos pais com a tarefa proposta, ao sugerir que faça por exemplo inglês é importante os pais terem uma participação ativa, assim além de aprender algo a criança terá uma relação com a família que irá proporcionar melhor aprendizado e desenvolvimento.
Essas tarefas não podem ocupar o dia inteiro da criança, ela precisa relaxar e brincar, afinal não queremos que se torne um adulto estressado com excesso de atividades. Muitas vezes reclamamos da nossa vida monótona e rotineira e tornamos a vida das crianças da mesma forma.
O site apresentou uma lista do que as crianças e pais precisam saber, segue abaixo:
Uma criança de 4 anos deve saber que:

o    É amada total e incondicionalmente, todo o tempo.
o    Está segura. Deve saber regras de segurança para se manter segura em público, com outras pessoas, e em situações diferentes. Deve saber que não tem de fazer coisas que não quer ou que com as quais não se sente bem, independentemente de quem lhe peça para o fazer. (Devemos mostrar a importância de realizar a atividade)
o    Deve saber rir com vontade e ser criativa. Deve saber que o céu pode ser pintado de cor de laranja se quiser, e que pode desenhar gatos de 6 pernas. Deve saber usar a imaginação.
o    Deve saber do que gosta, quais são os seus interesses e deve poder descobri-los e desenvolvê-los. Se não se interessa por números, os pais devem perceber que vai aprende-los sem querer, vai acabar por tropeçar neles e mergulhar nesse novo mundo deixando para trás os dinossauros, as bonecas ou as sopas de lama.
o    Deve saber que o mundo é mágico e ela também. Deve saber que é maravilhosa, brilhante, criativa, compassiva e única. Deve saber que é tão importante fazer colares de flores, castelos na areia, e casas de fadas como praticar a fonética.

Os pais precisam de saber que:

o    Cada criança aprende a andar, falar, ler e fazer contas no seu próprio ritmo e isso não terá qualquer influência sobre a forma como ele vai andar, falar, ler ou fazer contas.
o    Os livros devem fazer parte da rotina familiar. Não são livros de atividades, não são infantis da moda, não são brinquedos com luzes ou computadores, mas sim a mãe ou o pai (ou os dois) a passarem tempo com os filhos e ler-lhes uma história.
o    Que o melhor aluno da turma nem sempre é o mais feliz. Não há nada que relacione o bom desempenho escolar nestas idades com a felicidade de cada criança. Às vezes estamos tão envolvidos a tentar criar vantagens na educação dos nossos filhos que acabamos por sobrecarrega-los com atividades, tornando o seu dia a dia tão estressante e preenchido como o nosso. Uma das maiores vantagens que podemos dar aos nossos filhos é uma infância simples e despreocupada.
o    Que os nossos filhos merecem crescer rodeados de livros, natureza, fontes da arte e ter a liberdade para explorá-las. A maioria de nós poderia livrar-se de 90% dos brinquedos dos nossos filhos que não faria qualquer diferença, mas há algumas coisas que são importantes: brinquedos construtivos, como legos e blocos, brinquedos criativos, como todos os tipos de materiais de arte, instrumentos musicais, vestir roupas e disfarces e livros , livros , livros. 
o    Que os nossos filhos precisam mais de nós. Mais do nosso tempo. As revistas para pais recomendam que consigamos dedicar 10 minutos diários a cada filho e que as famílias devem organizar pelo menos um sábado de atividade conjuntas. Isso não é o suficiente! Os nossos filhos não precisam dos computadores, das atividades extraescolares, das aulas de balé ou do futebol como precisam de nós.
o    Precisam de pais que se sentem e conversem com eles sobre como foi o dia, de mães que façam trabalhos manuais com eles. Precisam de pais que leiam histórias com eles e façam diferentes vozes para os personagens, só porque é mais divertido.
o    Precisam de pais que passeiem com eles e não se importem de fazer o trajeto a velocidade caracol, e se necessário uma parte ao colo. 
o    Precisam de pais que tenham tempo para os deixar ajudar a fazer o jantar, ainda que muitas vezes só atrapalhem.
o    Precisam de saber que são uma prioridade para nós. Que estão à frente de tudo, e que nós, pais, gostamos realmente de passar tempo com eles.

Devemos fazer uma reflexão das nossas atitudes diante das crianças, por que não queremos formar adultos frustrados. Se tornar uma pessoa bem sucedida é uma consequência de suas próprias escolhas, se ele quiser fazer futebol e ela balé é uma escola e não uma obrigação. Brincar é bom e faz parte da infância, não tire isso dos seus filhos, pelo contrário, curta essa fase com eles.
http://uptolisbonkids.com/2014/05/10/o-que-deve-saber-uma-crianca-de-4-anos/
Espero que gostem.

Beijinhos*

segunda-feira, 23 de março de 2015

A separação influencia na vida escolar da criança?

Oi pessoal!

A cada dia que passa a família está se transformando, existem casos tão divergentes que infelizmente devemos olhar com naturalidade. A sociedade não expõe suas opiniões com medo de sofrerem opressões, mas infelizmente essa é a realidade, devemos ocultar e omitir para não ser condenados. Triste realidade dos dias atuais.

Uma das modificações é a separação que hoje está cada vez mais habitual, os casamentos não duram mais, as pessoas esquecem da mensagem de Deus para o mundo, “o que o Deus uniu o homem não separa”. Podem existir diversos motivos para haver a separação, mas as consequências que podem trazer a uma família, especificamente aos filhos podem ser traumatizantes.

Vamos entender o que a separação pode interferir na educação e no comportamento da criança e ver a melhor forma de explicar a ela essa decisão, acompanhe o post.

Diante da  separação dos seus pais, muitos filhos tornam-se rebeldes, malcriados ou deprimidos, e esta situação logo se refletirá de uma maneira negativa no seu desenvolvimento na escola, no seu contato com a família, e em sua convivência social, o que fará com que passem a buscar outras saídas não adequadas e benéficas para seus conflitos.

A separação atrapalha na escola?

Independente da faixa etária a criança necessita do apoio e estimulo dos pais para que possam se desenvolver de forma saudável na escola, A ausência de um ou de ambos pode afetar bastante. De acordo com a pesquisa realizada pelo Instituto Glia avalia que filhos de pais separados têm 46% mais chances de ter baixo desempenho na escola e duas vezes mais probabilidade de desenvolver uma doença mental do que crianças com pai e mãe casados.

É importante lembrar que...

Nada é uma verdade absoluta, ou seja, crianças com famílias estruturadas também podem sofrer com dificuldades da escola.


Existe uma estreita relação entre lar e escola, por isso uma grande parte dos problemas educacionais infantis continua a ser originado no lar. O relacionamento entre pais e filhos e a harmonia do casal são elementos fundamentais para a obtenção de um bom desempenho escolar.

O que acontece no âmbito familiar da criança, interfere no seu emocional, podendo apresentar comportamentos prejudiciais no desempenho escolar, na separação pode ser amenizado, quando os pais mesmo que separados, dão atenção e participam da educação dos filhos, essa participação dos pais na aprendizagem é de suma importância, pois mostrar interesse, dedicação e se esforçar para acompanhar esse processo é valorizado pela criança.

De contra partida, existem casos dos filhos ficarem abandonados, sozinhos, sem orientação e cobrança adequada, pois os pais estão preocupados demais com a separação e com problemas individuais que esquecem dos filhos. O problema não seria a separação em si, mas como os pais deixam o fato influenciar a vida do filho, expondo-o as brigas constantes, fazendo dele um meio de comunicação entre os adultos, muitas vezes de forma manipulativa, ou privando-o de uma rotina organizada e assistida.

O papel do educador

Apesar da separação dos pais não levar, obrigatoriamente, ao mau desempenho escolar, muitos alunos enfrentam essa dificuldade em maior ou menor grau. Nessa situação, os professores muitas vezes são os primeiros a presenciar mudanças no comportamento desse aluno e cabe a eles identificar a fonte do problema e prestar ajuda, seja no âmbito escolar, seja ao fazer um alerta aos pais.

As crianças apresentam diversas características que devem ser observadas pelo professor como, alguns se mostram mais dispersos, apáticos, não demonstram interesse e envolvimento com as atividades, outros são hiperativos e agitados. A reação da criança deve ser informada aos pais, cada que juntos possam resolver essa situação.

A conversa com os pais deve abordar aspectos exclusivamente escolares, sem interferir na vida pessoal do aluno e de sua família.  O professor pode ajudar a família a se organizar melhor, mostrar para os pais quanto o filho está sofrendo, procurar alternativas e soluções, a coordenação deve explicar aos pais que a participação na vida escolar de seus filhos, desde que não invasiva e estimulando sua autonomia, pode influenciar de modo efetivo o desenvolvimento escolar. É necessária para filhos de pais casados, separados, órfãos de pai ou de mãe, ou seja toda criança necessita dessa participação.

É importante deixar claro para a criança o que está acontecendo, expor realmente a situação. Mostrar para a criança os benefícios que irá ter com isso, como por exemplo, terá duas casas para brincar, desta forma facilitará a aceitação. Não deve chantagear e subornar a criança, seja verdadeiro, afinal qualquer ação errada terá consequências no futuro.

Espero que tenham gostado.


Beijinhos*

sexta-feira, 13 de março de 2015

Adeus às fraldas!

Oi pessoal!


Vamos falar de um assunto que muitos pais e também de alguns profissionais têm dúvida, como tirar a fralda da criança de forma natural e positiva? Venha conferir o post e veja o que fazer.

Esse momento da retirada das fraldas é muito importante tanto para a criança quanto para os pais, pois é um processo onde pode ocorrer naturalmente ou frustrador. Para que aconteça de forma saudável, é importante seguir alguns fatores e um deles é a parceria entre escola e família.

Existe uma idade certa para a retirada da fralda?

Não. O momento ideal para a retirada varia de acordo com o ritmo de desenvolvimento e maturidade de cada criança e também da sociedade que está inserida.

Você sabia?

Alguns países como China e Quênia o treino para o uso do banheiro começa antes do primeiro ano e vida, um dos motivos é por questões socioeconômicas.


Devemos respeitar a maturidade física e emocional da criança, desta forma facilitará o processo de retirada das fraldas.  Se antecipar ou adiar, pode gerar alguns problemas como insegurança, pouca autoestima, prisão de ventre, ansiedade e entre outros.

Quando a criança já tem a percepção de controlar as fezes e a urina, apresentando incomodo com a fralda, pode ser um bom momento para iniciar a retirada das fraldas. Porém deve ser de forma natural e nunca agressiva com a criança, pois mesmo que consiga pedir para ir ao banheiro é natural que algumas vezes escape e faça na roupa, nunca brigue para não frustrar a criança.

O diálogo entre família e escola é fundamental, pois ambas devem agir da mesma forma, para não deixar a criança confusa. Quando se retira a fralda não deve voltar a usar, a criança pode regredir e isso acaba atrapalhando em seu desenvolvimento. No início dormir de fralda é até permitido, quando iniciar a retirada antes de dormir deve leva-la ao banheiro e comunicar que estará sem fralda e assim que acordar irá ao banheiro.

Dicas:

1.       Converse com a criança antes de iniciar o trabalho de retirada das fraldas;

2.       Dê preferência da retirada no verão, por usar menos roupas.

3.       Evite iniciar o trabalho da retirada se a criança estiver passando por mudanças, como nascimento de um irmão, separação dos pais, mudança de casa, perdas importantes, etc.

4.       Mantenha uma rotina diária com a criança

5.       Tenha muita paciência com as escapadas de xixi e cocô, faz parte do aprendizado da criança.

6.       Evite comparações com outras crianças.

7.       Permita que a criança escolha entre o vaso e o penico.

8.       Em caso de uso de penico, deve mantê-lo no banheiro.

9.       Mostre o processo completo: como se sentar, limpar, dar a descarga e lavar as mãos.

10.   Incentive a criança a visar sempre que sentir vontade de usar o banheiro, nunca a segurar duas necessidades.

11.   Nunca brigue ou exponha as dificuldades da criança em deixar as fraldas.

12.   Comemore sempre que a criança conseguir fazer xixi e cocô no lugar adequado.

Estimule a criança
Contar histórias relacionadas a retirada das fraldas é de suma importância.

Sugestões:

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Espero que tenham gostado do post. 
Beijinhos*

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Qual é o papel dos pais na educação?

Oi pessoal!
Muitos questionam o desenvolvimento da criança, se não está aprendendo é culpa dos pais, dos professores ou do próprio aluno, será? Culpamos terceiros em um fato que não há culpados. O desenvolvimento de cada criança é diferente, depende dos estímulos e influências.

A educação não está somente na escola, o conhecimento começa a partir do momento que existe interação com essa criança, ou seja, o primeiro contato que ela tem, que são com os pais. O educar é muito amplo e para entender melhor qual o papel dos pais na educação, fiz um post explicando direitinho, acompanhe!

O que é educação?

Existem diversos significados para palavra educação. Entre eles, falar de hábitos e valores de uma determinada sociedade, agir conforme um grupo social, entre outras. Além de ser algo da vida em sociedade, a educação também compreende o aprendizado das experiências individuais.
A educação pode ser compreendida como o desenvolvimento intelectual, físico ou moral dos indivíduos com vistas à adaptação e à socialização. Para alguns autores, a educação pode ser dividida em: Educação Formal e Educação Não Formal. A primeira refere-se ao aprendizado escolar, de fato obrigatório. Já a segunda é mais flexível é busca trabalhar conteúdos que sejam necessários para a vida social. Nos dias atuais, é difícil comparar as forças desses dois tipos de educação que, muitas vezes, agem em direções opostas: uma para formar e a outra para informar.

O que é educar?

Nos sentidos da palavra educação que discutimos, educar pode compreender tanto o processo de transmissão de conhecimentos, hábitos e valores, como também criar condições para que a criança experiente o mundo. Educar é acompanhar e influenciar, de alguma forma, o desenvolvimento da aprendizagem, das capacidades físicas e intelectuais.

Os pais são educadores?

A atuação familiar na vida da criança é sim educativa. O comportamento dos pais pode influenciar fortemente no desenvolvimento e no comportamento dos filhos, tanto por caráter positivo ou negativo. Por tanto deve-se pensar antes de agir, pois as consequências podem ser construtivas ou destrutivas. Assim os pais são mediadores na educação, pois a partir deles a criança desenvolve responsabilidades e adquire valores e conhecimentos para uma vida social saudável.

Pensando nisso...

Existem situações que a criança apresenta indisciplina na escola, quando o professor faz a intervenção, a criança responde “minha mãe deixa!”, assim o professor fica sem chão, não é?! Essas atitudes vêm da educação e criação oferecida a ela. Mas temos como evitar, mostrando que não devemos agir dessa forma, apresentando as consequências que a ação pode ocasionar.

Qual é o papel dos pais na educação?

Muitos pais evitam falar de certos assuntos com seus filhos, achando que omitir será melhor do conhecer e não está preparado para saber. Está errado! Os pais devem ter por conhecimento que tudo que é falado ao seu filho será uma forma de permitir que ele confie e o conte tudo. Por exemplo quando o assunto é sexualidade, muitos pais têm medo de responder, porém um dia eles encontrarão a resposta, assim é melhor que a família seja os primeiros a ter essa conversa. Os pais precisam ter diálogo com seus filhos, desta forma estabelece uma boa relação, para que haja entrosamento e a oportunidade de discussão entre eles, ou seja a criança começa a confiar nos pais e torna-se recíproco.

Existe uma necessidade das crianças que seus pais participem da vida escolar, muitas vezes ao chegar da escola, começam a falar tudo que aprenderam, é importante os pais ouvirem e participar de forma ativa, valorizando o conhecimento adquirido e oferecer apoio para que possa aprender mais. Essa ação dos pais faz toda diferença no comportamento dos filhos.

Portanto o papel dos pais na educação é emocional, pois são a base para o desenvolvimento da criança, a partir dos pais as crianças aprendem princípios e valores que são carregados para toda vida. Uma criança que possui uma família participativa que influência nos conhecimentos adquiridos, terá mais prazer pelo saber.

Espero que tenham gostado.

Beijinhos*